Inilário.
Fez-se do homem um ser intermediário.
Da vida a morte.
Do amor ou da sorte.
Fez-se do homem um errante solitário.
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Fez-se d’um ser solitário
um alvo de consumo inigualário.
O sistema que vigora,
fez do homem uma escora.
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Escora que se refugia no sono.
Em ânsia por evolução,
quase sempre esperando por ação.
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Fez-se do homem um sonho.
Um sonho interrompido.
Um sonho corrompido.
Por: Camilla Ribeiro.
26 de Junho, 2006.